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Jornal JA7 – Formigas como fabricantes de drogas para humanos?

Uma questão-chave é por patógenos de formigas-atacante não desenvolveram resistência aos antimicrobianos que os insetos foram presumivelmente usando durante milhões de anos, ao passo que muitos medicamentos humanos desenvolvida perder sua potência em apenas décadas.

As formigas produzem naturalmente germicidas poderosos contra bactérias e fungos, disse um estudo na quarta-feira que visava os insetos industriosos quanto possível fábricas de drogas para humanos.

A descoberta da proeza farmacêutica das formigas ocorre quando o arsenal de antibióticos efetivos desenvolvidos por humanos nos últimos 100 anos diminui ante a crescente resistência ao germe.

Experimentos com 20 espécies de formigas encontraram antimicrobianos em 12 deles, uma equipe relatada no jornal Royal Society Open Science.

“Isso significa que as formigas são provavelmente um bom lugar para descobrir se você quer descobrir novos compostos antimicrobianos”, disse o co-autor do estudo, Clint Penick, da Universidade Estadual do Arizona, à AFP.

As formigas produzem os compostos em glândulas especiais, muitas vezes referidas como suas “fábricas químicas”.

“As formigas cobrem seus corpos com secreções dessas glândulas, e algumas formigas distribuem esses antimicrobianos em torno de seus ninhos, de forma semelhante à que usaríamos limpadores anti-sépticos em nossas casas”, disse Penick.

A equipe testou os produtos químicos fabricados por formigas em uma bactéria geralmente inofensiva comumente encontrada na pele humana, Staphylococcus epidermidis.

Os compostos produzidos por diferentes espécies variaram em sua eficácia de morte germinativa, descobriram os pesquisadores. Os produtos químicos ainda não foram testados em bactérias capazes de causar doenças humanas.

“É importante notar que houve mais de 15.000 espécies de formigas descritas, e cada espécie provavelmente produzirá diversos compostos que poderiam ter ação antimicrobiana”, disse Penick.

– Como eles fazem isso? –

“Nós tomamos os primeiros passos para identificar quais linhagens formigas têm o maior potencial para produzir antibióticos que trabalham contra doenças humanas, mas há muito trabalho para identificar os produtos químicos que funcionam como antibióticos e descobrir como sintetizá-los”.

Os insetos que vivem em grupos sociais grandes e estreitamente unidos – criadouros ideais para a doença – foram pensados ​​para ser uma fonte promissora de novos antibióticos, disse Penick.

Mas até agora, muito poucos já foram testados.

As formigas usam suas defesas químicas contra vários invasores microbianos. Estes incluem várias bactérias e um fungo que transforma as formigas em “zumbis”, liberando produtos químicos que seqüestram o sistema nervoso central do inseto, levando efetivamente seu corpo para um passeio antes de matá-lo.

Uma questão-chave é a razão pela qual os agentes patogénios de formigas não desenvolveram resistência aos antimicrobianos que os insetos têm presumivelmente usado há milhões de anos, enquanto que muitas drogas desenvolvidas por humanos perdem sua potência em apenas décadas.

Outra descoberta chave do estudo dizia respeito às oito espécies de formigas que não produziam antimicrobianos, pelo menos nenhuma que fosse efetiva contra a bactéria testada.

Se uma espécie não produz antimicrobianos, isso significa que eles devem ter encontrado outra maneira de se proteger contra a doença, disse a equipe.

“Estamos entusiasmados em saber como algumas dessas espécies de formigas podem estar fazendo isso”, acrescentou Penick.

A ONU descreve a crescente resistência a medicamentos – causada em parte pela superexposição de antibióticos – como uma “emergência de saúde global”, arriscando um futuro em que as pessoas morrem de doenças facilmente curáveis ​​hoje.

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