Quem pesquisa sobre lipoaspiração encontra diferentes nomes: minilipo, vibrolipo e Lipo HD estão entre os mais conhecidos. Mas essas expressões não significam exatamente a mesma coisa.
Embora todas possam fazer parte de estratégias para redução de gordura localizada e remodelação do contorno corporal, a proposta e a forma de realização podem variar.
A Dra. Lorena Duarte Rosique, Cirurgiã Plástica em Goiânia, explica que a definição da técnica deve acontecer somente depois de uma avaliação individual da anatomia, da pele, da distribuição de gordura e dos objetivos de cada paciente.
O que é a minilipo?
A minilipo está relacionada principalmente à extensão do procedimento.
Em vez de abranger diversas regiões corporais, normalmente concentra-se no tratamento de áreas menores e depósitos localizados de gordura.
Pode ser considerada, de acordo com cada caso, para regiões como papada, braços, abdômen inferior, flancos e culotes.
O fato de o procedimento ser chamado de “mini”, entretanto, não significa que possa ser realizado sem os mesmos critérios de segurança exigidos em outros procedimentos cirúrgicos.
Como funciona a vibrolipo?
Na vibrolipoaspiração, um aparelho produz movimentos rápidos na cânula utilizada para aspirar a gordura.
A vibração auxilia o cirurgião durante a movimentação pelo tecido adiposo e pode facilitar o trabalho principalmente em determinadas áreas corporais.
O objetivo continua sendo reduzir depósitos localizados de gordura e melhorar o contorno do corpo.
A técnica pode ser empregada em áreas maiores ou menores, dependendo da indicação.
O que diferencia a Lipo HD?
A principal diferença da Lipo HD está no objetivo do planejamento.
A lipoaspiração de alta definição procura retirar gordura de forma estratégica para realçar algumas linhas e transições da musculatura corporal.
O abdômen é uma das regiões mais conhecidas pela aplicação da técnica, mas o conceito de alta definição também pode ser utilizado em braços, costas, cintura e pernas.
Isso não significa, porém, que a cirurgia produza músculos.
Para que exista um resultado de maior definição, características como distribuição da gordura, qualidade da pele, anatomia e musculatura previamente existente exercem influência importante.
O nome da técnica não deve ser o principal critério
É comum que pacientes cheguem ao consultório já decididos a realizar uma determinada técnica porque viram resultados nas redes sociais.
Entretanto, duas pessoas submetidas ao mesmo procedimento podem apresentar resultados muito diferentes.
Peso, proporções corporais, elasticidade da pele, quantidade de gordura e estrutura muscular interferem diretamente no resultado.
Por isso, não existe uma técnica universalmente melhor.
Existe a técnica mais adequada para cada indicação.
Uma avaliação individualizada é fundamental para definir o procedimento, compreender suas possibilidades e discutir de maneira realista os resultados que podem ser alcançados.












































