Medicamentos como sildenafila e tadalafila transformaram o tratamento da disfunção erétil e são utilizados há décadas. Quando corretamente indicados, apresentam um perfil de segurança conhecido e podem fazer parte de tratamentos de longo prazo.
Ao contrário de um receio comum entre pacientes, esses medicamentos não são conhecidos por provocar dependência física nem por causar uma perda progressiva da capacidade natural de ereção simplesmente devido ao uso prolongado.
O problema é quando o homem começa a utilizar o medicamento por conta própria e deixa de investigar a origem da dificuldade sexual.
A disfunção erétil pode estar associada a diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares, alterações hormonais, obesidade e fatores psicológicos. Em determinados pacientes, portanto, o sintoma pode representar uma oportunidade para identificar problemas de saúde que ainda não foram diagnosticados.
Sildenafila e tadalafila também apresentam contraindicações e possíveis interações medicamentosas. Por esse motivo, a segurança do tratamento depende das condições clínicas de cada paciente.
Antes de iniciar ou manter o uso desses medicamentos, a recomendação é realizar uma avaliação médica e investigar adequadamente a causa da disfunção erétil.











































