Nem todo abdômen com volume aumentado apresenta o mesmo problema.
Em alguns pacientes, predomina a gordura localizada. Em outros, existe principalmente flacidez e sobra de pele. Também é possível haver gordura, pele excedente e alteração da musculatura simultaneamente.
É justamente nessa terceira situação que pode surgir a indicação de uma lipoabdominoplastia.
O procedimento associa recursos da lipoaspiração e da abdominoplastia dentro de um planejamento cirúrgico individualizado.
De acordo com o Dr. Paulo Germano, Cirurgião Plástico em Goiânia, identificar corretamente a origem da alteração abdominal é fundamental antes de decidir qual cirurgia realizar.
Quando apenas a lipo pode não resolver?
A lipoaspiração remove depósitos de gordura localizada, mas não foi desenvolvida para retirar grandes quantidades de pele excedente.
Por isso, um paciente que apresenta flacidez importante pode continuar com sobra de pele mesmo após a retirada da gordura.
Nesses casos, a abdominoplastia pode ser necessária para remover o tecido excedente e melhorar o posicionamento da parede abdominal.
E por que acrescentar a lipo?
Porque a alteração do contorno nem sempre está restrita à parte anterior do abdômen.
É comum existir acúmulo de gordura também na cintura e nos flancos. Quando há indicação, essas regiões podem ser tratadas durante o planejamento cirúrgico para proporcionar uma transição mais harmoniosa entre abdômen e tronco.
A lipoabdominoplastia pode ser considerada especialmente após gestações, grandes perdas de peso ou quando gordura localizada e flacidez aparecem simultaneamente.
A decisão, entretanto, depende de avaliação clínica, anatomia, condições de saúde e objetivos de cada paciente.










































