Comparar resultados é algo comum, principalmente com a quantidade de fotografias disponíveis nas redes sociais.
Mas essa comparação precisa ser feita com cuidado.
Cada pessoa começa a cirurgia a partir de um ponto diferente.
Formato corporal, pele, gordura, musculatura, estrutura óssea, idade e histórico de cicatrização não são iguais.
Por isso, mesmo procedimentos semelhantes podem produzir resultados diferentes.
Também é necessário considerar em qual momento da recuperação determinada fotografia foi realizada.
Um resultado observado com poucos dias de cirurgia pode apresentar edema importante. Já uma fotografia realizada meses depois pode mostrar tecidos mais acomodados e cicatrizes em uma fase diferente de evolução.
Além disso, cirurgia plástica não congela o corpo no tempo.
O envelhecimento continua acontecendo e mudanças importantes de peso ou gravidez podem alterar novamente a região operada.
Em vez de buscar reproduzir exatamente o resultado de outra pessoa, o mais adequado é estabelecer expectativas compatíveis com a própria anatomia e discutir as possibilidades durante a avaliação médica.











































