Existe uma forma silenciosa de adoecimento emocional.
A pessoa trabalha, conversa, participa de reuniões, cuida da casa e mantém sua rotina. Quem olha de fora acredita que está tudo certo.
Mas internamente ela vive cansada, sem entusiasmo e com a sensação de que está apenas cumprindo obrigações.
Esse tipo de funcionamento automático costuma ser um dos sinais do esgotamento emocional.
Também podem aparecer alterações no humor, dificuldade para lidar com pequenos problemas, pensamentos pessimistas, excesso de sono ou insônia e queda na capacidade de concentração.
O psiquiatra Dr. Danilo de Melo, que atua em Goiânia, ressalta que viver constantemente no limite emocional pode comprometer tanto a saúde mental quanto a saúde física.
Buscar ajuda não significa fraqueza. Significa reconhecer que ninguém consegue permanecer sobrecarregado indefinidamente sem sofrer consequências.














































