A possibilidade de realizar diferentes cirurgias plásticas em uma única operação chama a atenção de pacientes que desejam tratar várias regiões corporais.
Uma das associações mais lembradas envolve cirurgia das mamas, abdômen e lipoaspiração.
A vantagem aparentemente mais evidente seria passar por apenas uma anestesia e concentrar a recuperação em um único período.
Mas essa conveniência não significa que a combinação seja indicada para todas as pessoas.
Cirurgia combinada precisa ser individualizada
Cada procedimento possui duração, extensão e características próprias.
Quando eles são associados, o cirurgião precisa avaliar o impacto total da operação.
Por isso, três procedimentos não representam necessariamente o mesmo risco em todos os pacientes.
Um planejamento pode ser considerado adequado para uma pessoa e excessivo para outra.
O tempo operatório é um dos pontos analisados
Quanto mais procedimentos são acrescentados, maior pode ser o tempo dentro do centro cirúrgico.
Esse período deve ser analisado juntamente com a condição clínica, o porte das cirurgias e o tipo de recuperação esperada.
Se a combinação tornar a operação muito extensa, o médico pode recomendar realizar os procedimentos em momentos diferentes.
O histórico de saúde tem peso importante
Antes de uma cirurgia de maior porte, é importante avaliar:
• obesidade;
• tabagismo;
• diabetes;
• anemia;
• doenças cardiovasculares;
• problemas respiratórios;
• uso de determinados medicamentos;
• histórico pessoal ou familiar de trombose.
Os exames pré-operatórios complementam essa investigação.
Trombose merece atenção especial
Procedimentos extensos podem exigir estratégias específicas para reduzir o risco de trombose venosa profunda.
As medidas adotadas dependem do perfil de risco de cada pessoa.
Da mesma forma, a cirurgia deve ser realizada em ambiente adequado, com anestesiologista, equipe de enfermagem, monitorização e estrutura compatível com o porte do procedimento.
O Dr. Paulo Germano Cirurgião Plástico em Goiânia pode avaliar os objetivos do paciente e determinar se a associação de procedimentos pode ser considerada ou se seria mais apropriado realizar a cirurgia em etapas.
Fazer tudo junto pode ser uma possibilidade. Mas a decisão deve ser médica e individual, não apenas baseada na praticidade de uma única recuperação.












































