Passar mal nas primeiras semanas de gravidez é uma experiência comum para muitas mulheres.
Mas existe uma diferença importante entre sentir náuseas e chegar ao ponto de não conseguir manter alimentos ou líquidos no organismo.
Quando os vômitos se tornam persistentes e comprometem a rotina da gestante, o quadro precisa ser avaliado.
Uma das possibilidades é a hiperêmese gravídica.
Quais sinais devem chamar atenção?
Vômitos frequentes associados à dificuldade para beber água são sinais importantes.
Outras situações que merecem acompanhamento incluem:
• perda de peso;
• boca seca;
• tontura;
• fraqueza;
• pouca urina;
• urina muito concentrada;
• dificuldade para permanecer em pé ou executar atividades rotineiras;
• incapacidade de manter refeições.
Esses sintomas podem indicar que o organismo está tendo dificuldade para manter hidratação e nutrição adequadas.
A hiperêmese pode afetar a saúde da gestante?
Sim.
Quando não controlada, a condição pode provocar desidratação, alterações metabólicas e nutricionais e prejuízo do ganho de peso esperado durante a gravidez.
Por isso, não é necessário esperar que a situação se torne extrema para buscar orientação.
O tratamento depende da intensidade do quadro
Existem diferentes formas de controlar os sintomas.
Em casos mais leves, o acompanhamento pode ser realizado sem necessidade de internação.
Quando a gestante apresenta desidratação importante ou não consegue ingerir líquidos, pode ser necessária hidratação intravenosa e uso de medicamentos sob orientação médica.
A avaliação individual permite definir a melhor abordagem para proteger a saúde da gestante durante a gravidez.











































