Não necessariamente.
O tratamento da infecção relacionada à prótese do joelho depende de fatores como tempo de evolução, tipo de microrganismo, estabilidade do implante e condições clínicas do paciente.
Em determinadas infecções identificadas precocemente, pode ser possível realizar limpeza cirúrgica, trocar componentes específicos e utilizar antibióticos, mantendo parte da prótese.
Em outros casos, principalmente quando existe uma infecção crônica ou biofilme estabelecido, a retirada dos componentes pode ser necessária.
Mas isso não significa que o organismo tenha “rejeitado” a prótese.
Rejeição é um termo frequentemente utilizado pelos pacientes, porém inadequado para descrever a maioria dessas situações.
Reações de hipersensibilidade aos materiais da prótese são incomuns.
A infecção é um problema diferente.
Alguns sinais que devem ser comunicados à equipe médica incluem:
• dor nova ou crescente;
• inchaço persistente;
• vermelhidão ou calor;
• secreção;
• dificuldade de cicatrização;
• febre;
• perda progressiva de movimento.
O diagnóstico precoce pode influenciar diretamente as possibilidades de tratamento.
Por isso, alterações inesperadas depois de uma prótese de joelho não devem ser ignoradas.
Assista o vídeo:











































