A aparência do umbigo depois de uma abdominoplastia não é determinada somente no momento em que a nova abertura é realizada.
O planejamento começa antes.
O cirurgião avalia o formato do abdome, posição do umbigo original, quantidade de pele excedente, distribuição de gordura, flacidez e características dos tecidos.
Esses elementos ajudam a definir como o umbigo poderá ser integrado ao novo contorno abdominal.
Na abdominoplastia tradicional, normalmente o umbigo permanece ligado aos tecidos profundos enquanto a pele é descolada e reposicionada.
Depois disso, ele é exteriorizado por uma nova abertura.
O objetivo é evitar que pareça simplesmente um orifício criado na pele.
Profundidade, transição com o tecido ao redor, localização da cicatriz e proporções fazem parte do resultado.
A técnica também precisa respeitar limitações anatômicas.
Não é possível transformar todos os umbigos em um mesmo modelo, porque os corpos apresentam diferenças importantes.
Além disso, o resultado não fica completamente definido ao final da cirurgia.
Edema, retração dos tecidos e evolução da cicatriz continuam modificando a região durante os meses seguintes.
Por isso, expectativa realista é parte importante do processo.
Mais do que buscar um formato específico, o objetivo é alcançar um umbigo que acompanhe de maneira harmoniosa as características do novo abdome.











































