A aparência faz parte da maneira como nos apresentamos ao mundo, mas a nossa relação com ela começa na mente.
É possível modificar uma característica física e continuar insatisfeito. Também é possível não corresponder a determinados padrões de beleza e ainda assim manter uma relação saudável com o próprio corpo.
Isso mostra que estética e autoestima não são sinônimos.
Tratamentos podem contribuir para a satisfação pessoal quando existe uma necessidade bem definida, indicação adequada e expectativas realistas.
Mas também existem situações em que o sofrimento relacionado à aparência exige uma atenção diferente.
Ansiedade, depressão e alterações importantes da percepção corporal não devem ser ignoradas.
Na Duetratto, cada paciente é visto de maneira individual.
A proposta é compreender seus objetivos e oferecer alternativas compatíveis com suas características, sem criar a expectativa de perfeição.
Cuidar do corpo pode fazer parte do bem-estar. Mas os melhores resultados acontecem quando existe respeito também pela saúde emocional.








































