Além de prevenir a gravidez, alguns anticoncepcionais hormonais podem influenciar diretamente o ciclo menstrual.
O DIU Mirena, por exemplo, libera levonorgestrel dentro do útero e costuma reduzir o volume do sangramento e a intensidade das cólicas. Em situações selecionadas, também pode auxiliar no controle de sintomas associados à endometriose.
Sua eficácia contraceptiva supera 99%, com duração de até oito anos. Para o tratamento do sangramento menstrual excessivo, o período aprovado é de até cinco anos.
O Implanon também apresenta eficácia superior a 99%, mas funciona de outra maneira. Inserido sob a pele do braço, libera etonogestrel e protege contra a gravidez por até três anos.
Embora seja bastante prático, o implante pode provocar irregularidades menstruais, o que deve ser considerado por mulheres que desejam maior previsibilidade do ciclo.
Por isso, a avaliação ginecológica é fundamental para identificar qual método oferece os benefícios mais adequados a cada situação.










































