Quando o envelhecimento facial avança, algumas mudanças tornam-se particularmente perceptíveis.
As bochechas podem perder posição, os sulcos do rosto tornam-se mais evidentes e a linha que separa o rosto do pescoço pode ficar menos definida.
Essas alterações não são explicadas somente pelo envelhecimento da pele.
Tecidos profundos e estruturas responsáveis pela sustentação facial também passam por mudanças ao longo do tempo.
O Deep Plane Facelift foi desenvolvido dentro de uma abordagem que considera essas diferentes camadas.
Durante a cirurgia, o reposicionamento ocorre em planos mais profundos, permitindo atuar sobre tecidos que sofreram deslocamento.
A pele acompanha o movimento dessas estruturas, em vez de receber sozinha a tensão necessária para modificar o contorno.
O Dr. Paulo Germano, Cirurgião Plástico em Goiânia, avalia cada paciente levando em consideração não apenas a flacidez aparente, mas o padrão de envelhecimento apresentado pelo conjunto da face.
Dependendo do caso, o Deep Plane pode auxiliar na correção da queda das bochechas, suavização de determinados sulcos, melhora da definição mandibular e tratamento da flacidez do terço inferior.
O planejamento pode ainda envolver outras técnicas quando existem alterações adicionais que precisam ser tratadas.
Naturalidade, entretanto, continua sendo um dos critérios fundamentais.
A intenção da cirurgia não é fazer com que um paciente de determinada idade tenha um rosto artificialmente jovem.
O objetivo é proporcionar rejuvenescimento compatível com suas características, buscando preservar expressão, identidade e proporções faciais.
A técnica deve ser indicada individualmente após avaliação especializada.











































